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BANDEIRA NACIONAL

BANDEIRA NACIONAL

BANDEIRA NACIONAL

DADOS E INFORMAÇÕES SOBRE A BANDEIRA DE PORTUGAL:



A bandeira de Portugal foi adoptada em 30 de Junho de 1911. As cores que aparecem na bandeira portuguesa são: Vermelho, verde, amarelo, azul, branco e preto.

A bandeira portuguesa é composta por duas faixas verticais.Uma verde na parte esquerda que representa 40% da bandeira e outra vermelha, na parte direita, com 60% da área. Na divisa entre as duras cores há o escudo de Armas de Portugal, assentado na esfera armilar manuelina.

A cor vermelha, predominante na bandeira de Portugal, representa a conquista, a virilidade e a alegria. Já o verde representa as florestas do território português. A esfera militar representa as descobertas marítimas portuguesas realizadas nos séculos XV e XVI. Já o escudo de armas simboliza o Império Colonial Português.

A bandeira de Portugal é chamada oficialmente de Bandeira Nacional. Há também outros nomes pelos quais é conhecida, entre eles Bandeira de Quinas e Bandeira Verde-Rubra.

 

ESFERA ARMILAR E ESCUDO DA BANDEIRA NACIONAL

 

Significado dos símbolos e cores:

As 5 quinas simbolizam os 5 reis mouros que D. Afonso Henriques venceu na batalha de Ourique.

Os pontos dentro das quinas representam as 5 chagas de Cristo. Diz-se que na batalha de Ourique, Jesus Cristo crucificado apareceu a D. Afonso Henriques, e disse: "Com este sinal, vencerás!''. Contando as chagas e duplicando por dois as chagas da quina do meio, perfaz-se a soma de 30, representando os 30 dinheiros que Judas recebeu por ter traído Cristo.

Os 7 castelos simbolizam as localidades fortificadas que D. Afonso Henriques conquistou aos Mouros.

A esfera armilar simboliza o mundo que os navegadores portugueses descobriram nos séculos XV e XVI e os povos com quem trocaram ideias e comércio.

O verde simboliza a esperança.

O vermelho simboliza a coragem e o sangue dos Portugueses mortos em combate.

Autores da Bandeira Republicana: Columbano, João Chagas, Abel Botelho

Foi um símbolo que o Rei D. Manuel I escolheu para representar as descobertas marítimas.

 

DOBRAGEM CERIMONIAL DA BANDEIRA DE PORTUGAL

    

1º Inicia-se a dobragem com a colocação da Bandeira Nacional na horizontal, segura pelas pontas da tralha (borda verde junto à adriça) e pelo batente (borda escarlate que flua livre ao vento).

 

2º - Em seguida, dobra-se o terço superior da Bandeira para trás, fazendo a dobra alinhada pelo topo horizontal do Escudo Nacional.

 

3º - Seguidamente, dobra-se o terço inferior da Bandeira para trás, de modo que a dobra horizontal passe pela ponta do Escudo Nacional.

 

4º - De seguida, dobra-se o lado do batente para trás, fazendo a dobra vertical alinhada com o lado correspondente do Escudo Nacional.

 

5º - Finalmente, dobra-se o lado da tralha para trás, fazendo a dobra vertical alinhada com o outro lado do Escudo Nacional, de modo que o resultado é um quadrado aproximadamente coincidente com as bordas exteriores do Escudo.

 

Assim se trata a Bandeira Nacional com respeito e se dobra de forma a se poder ver exactamente qual a sua posição evitando equívocos (no mínimo) embaraçosos.

Não se dobra a Bandeira Nacional como se fosse um lençol ou uma toalha!

 

 

     A Bandeira Nacional, como símbolo unificador de toda a Nação Portuguesa, constitui a materialização da nossa História e a concretização dos nossos anseios como povo. É a expressão viva dos nossos ideais e a realização concreta dos nossos valores e dos nossos projectos colectivos. A bandeira assume, assim, um carácter verdadeiramente sagrado, constituindo uma perfeita figuração da dignidade e do orgulho de sermos portugueses. A bandeira tem uma carga psicológica e afectiva tão forte e tão poderosa que, no passado, durante o combate, deveria permanecer sempre erguida, a tal ponto que, quando o porta-estandarte era derrubado, outro soldado a deveria levantar. A queda da bandeira produzia, invariavelmente, o desânimo nos soldados, e causava no corpo de combatentes o tenebroso presságio da derrota. Ainda hoje, em Timor, a Bandeira Nacional é considerada um objecto sagrado, sendo-lhe prestado um culto profundamente religioso. Para o Timorense a Bandeira Nacional é de tal modo intocável que nem sequer a sombra da bandeira pode ser pisada.

 EVOLUÇÃO BANDEIRA PORTUGUESA

JURAMENTO DE BANDEIRA

     Para todos os cidadãos portugueses que prestam serviço militar, existe uma cerimónia de Juramento de Bandeira, através da qual, num gesto de especial solenidade, na presença dos pais e familiares, o jovem soldado testemunha publicamente o seu compromisso para com toda a comunidade, proferindo o seguinte formulário:

 

«Juro, como português e como militar,

servir as Forças Armadas

cumprir os deveres militares,

guardar e fazer guardar a Constituição da República.

Juro defender a minha Pátria

e estar sempre pronto a lutar pela liberdade e independência,

mesmo com o sacrifício da própria vida.»

 

     Na lei portuguesa, como na legislação de todos os países, o desrespeito e afronta aos símbolos nacionais é punido criminalmente (Artigo 332° do Código Penal). Todos os civis devem descobrir a cabeça nas cerimónias de hastear e arrear a bandeira e proceder com deferência quando aquela se encontra hasteada, actuando de igual forma quando o Hino é tocado. A superioridade incontestável dos símbolos nacionais, sobre todos os cidadãos, é deste modo expresso no Regulamento de Continências e Honras Militares: «A Bandeira, o Estandarte e o Hino Nacionail, como símbolos da Pátria, estão acima de toda a hierarquia militar. Todos os militares têm portanto, a obrigação de Ihes fazer continência, quando uniformizados, e de se descobrirem e perfilarem, quando em trajo civil.